Com toda a sorte do mundo – como dizem os incrédulos -, eu nasci mãe.
Mãe de muitos filhos, de muitas causas e de muito amor.
Mãe que nunca se restringiu a ficar em casa, cuidando somente de suas próprias criações, mas insistia em ser também a mãe dos outros.
Mãe que educou e cuidou dos que lhe eram apresentados, mas também buscou no tempo que lhe deram, um tempo para agradecer.
Agradecer por ser mãe, mulher e por ter tido a oportunidade de estar, naquele momento ,com aqueles que lhe são caros, que lhe são dádivas de outras vidas, outras existências como mãe, mas nem sempre como mulher, pois o estado materno é uma condição da alma e não do gênero.
Agradecer por ter contribuído e realizado o melhor que podia, pois foi isso que o Pai nos ensinou: não basta ser mulher e não basta a condição materna, é preciso ser amor em tempo integral, seja no moderno tempo da vida, seja no antigo, em outro tempo qualquer. Sempre foi e será o momento de ser mãe, não importando o tempo, mas, sim, sendo aquela a quem Deus confiou: o santo ofício da maternidade.
Ser mãe é também ser reflexo do Pai e da Mãe Maria, que se doou por inteiro a Seu Filho sagrado e jamais desistiu de estar a Seu lado, tornando-se, por isso, a nossa Mãe Santíssima.
Que possamos novamente agradecer e pedir ao Pai Sua proteção para nossas mães e também para Seus filhos eternos. E que, agora, mais uma vez, sejamos, pelos nossos filhos, a fonte de vida que nos move e nos faz acreditar, cada dia mais, que o que importa é o amor.
Que sejam para sempre abençoadas todas as mães do Céu e da Terra, e que abençoadas sejam para sempre.
Amém
Pelo Espírito de Mãe Jacira