O pensamento viaja em direções diversas, ultrapassando qualquer barreira e encontrando aqueles a quem possa interessar.
Assim determinam nossos Mestres, que nos ensinam sempre, que tudo é medido e definido pelo pensamento.
Seja negativo ou positivo, ele encontra sempre morada no coração daqueles que já aprenderam que ele pode ser dor ou amor, saúde ou sua ausência.
O pensamento é, sim, capaz de gerar doenças, mas é também uma importante fonte de auxílio à cura.
O pensamento, quando coletivo, salva ou cria a guerra.
Somente por meio dos pensamentos adversos ou em versos se definirá em que parte da Seara do Pai iremos nos encontrar, porque ele é o alimento e a veste do espírito.
Quando todos aprendermos a praticar sua positividade, compreenderemos e aceitaremos melhor os nossos desígnios. E teremos paz, para encarar o desenlace ou o resto de nossos dias.
Encontraremos forças para continuar o caminho e estaremos sempre em sintonia com o outro, com o amor, pois como já dito, ele é a cura para todos os males que afetam a humanidade.
Se soubermos usar e transmitir bons pensamentos, com certeza, estaremos em comunhão com o Pai e com Seus servos na Ordem do Consolador.
Por isso, conclamo os irmãos e irmãs a que nos coloquemos, hoje e sempre, em faixa nobre de vibração, aprendendo a filtrar o que recebemos e emitimos e, assim, utilizar nossos pensamentos em prol da benevolência, da fraternidade e da fé.
E, com certeza, o mundo ficará melhor, a vida se tornará mais fácil e, quando você se defrontar com pensamentos contrários, conseguirá buscar no seu interior as forças para transformá-los em flores para povoar um jardim de luz e de paz, a preencher sua mente e colocá-lo novamente em consonância com o universo da Divindade maior.
Assim, encontrando sua paz e novamente o caminho, você encontrará a Seara do Pai.
Limpe sua mente de pensamentos e forças negativas; se não for por meio da prece, que seja através de leituras e imagens que lhe falem de amor, e assim poderá cultivar um corpo sadio e uma vida plena.
Namastê!
Pelo Espírito de João Inácio Furtado