Antes de mais nada, é preciso perceber o outro, sentir sua dor, chorar suas perdas, admirar sua luz, mesmo que ele tenha um tom diferente do nosso.
É preciso compreender que todos somos diferentes em corpo, mas iguais em espírito e, por isso, não podemos nos furtar ao auxílio, ao amor e à misericórdia de Deus e de Seus trabalhadores da Ordem do Consolador.
Não podemos nos esquecer de ajudar, mas também de agradecer, pois somos filhos e irmãos na divina ordem universal e, por isso, não somos únicos e não vivemos sozinhos.
Justamente porque vivemos em comunhão com o Pai e Seus filhos.
Aprendemos com o Mestre Jesus, e isso foi reafirmado pelo Codificador Allan Kardec: amar ao próximo como a nós mesmos é a lei, e talvez a única, capaz de saldar as dívidas e sanar as dúvidas de toda a humanidade.
Pense muito antes de agir ou falar contra o teu irmão, contra tua própria criação, pois, sem dúvida, estarás atentando contra ti mesmo e contra o Pai.
Não tentes mudar o que está posto, pois não é só uma regra, mas, principalmente, uma linha de raciocínio e um caminho a seguir.
Amar ao próximo como a ti mesmo: esta é a diretriz e será a chance de regeneração da humanidade.
Não és único, porque o Pai misericordioso nos concedeu a possibilidade de crescermos juntos para que pudéssemos vencer.
Vencer a tua vaidade, tua arrogância, teu desprezo, teu orgulho e tua pretensão de te achares único e melhor.
Ele te colocou ao lado dos puros e sábios, mas te deu a oportunidade de conviver com os fracos e humildes, para que possas aprender e lhes ensinar que somente existe uma lei, uma regra, um caminho: o da fé e do amor, para que possas cumprir este único percurso, mesmo não te dizendo cristão e te fazendo de ingênuo.
Amar a todos e a Deus como se fosse ontem, como se nada mais importasse, como se fosse o último e derradeiro momento de vida na Terra.
Lembre-se sempre: amar ao próximo como a ti mesmo e como Ele nos ama.
Que Deus nos abençoe.
Pelo Espírito de Fábio Larcher