Para compreender os seus desígnios, é preciso ter confiança.
Confiança no Deus de misericórdia que nos alcançou e nos concedeu a oportunidade do recomeço.
Para compreender Deus, é preciso ter fé.
Nem sempre serão claras as intenções e o caminho que Ele nos orienta a seguir. Por isso, antes de mais nada, cumpre-nos orar e vigiar. Só assim nos colocamos em sintonia com o Pai, com o Filho e com os Espíritos de Luz que nos protegem e guardam.
É preciso saber reconhecer os erros e perseguir os acertos. Que nada seja feito sem a compreensão da moral e da justiça, mesmo diante de resoluções contrárias que, por vezes, nos pareçam os únicos caminhos possíveis.
Compreender nossos desígnios não é fácil, nem acontece de forma imediata. É algo que precisa ser cuidado, alimentado pelo amor e pelo perdão. É um aprendizado que se fortalece quando nos colocamos à disposição do outro, no auxílio incondicional ao nosso próximo.
Não queiras pular etapas, mesmo quando elas não parecerem necessárias. É preciso seguir o rito e o caminho que nos foi designado, em consonância com nossa própria vontade espiritual.
É preciso compreender os limites para que possamos alcançá-los e, então, superá-los. Só assim cumpriremos a nossa missão na Terra.
Fazem-se imprescindíveis a paciência e a resiliência. Mesmo quando tudo parecer contrário, a luta é necessária, mas também a persistência e a calma para chegarmos ao destino.
Temos de acreditar que o nosso Pai, nosso Deus de misericórdia, jamais nos deixaria ao léu se estivermos buscando seguir os ensinamentos e o caminho por Ele traçado.
Deus não nos deixa ao léu. Nunca estamos sozinhos.
Contudo, algumas vezes nos tornamos surdos e cegos aos conselhos e às intuições de nossos mentores e amigos espirituais.
Para compreender nossos desígnios, guardemos a fé, a paciência e a persistência. Não estamos sós, jamais desamparados. Temos um Pai que nos ama. ampara e consola sempre que Dele precisamos.
Quando acreditamos de verdade, nenhum mal, obstáculo ou injustiça nos alcança. Tornamo-nos capazes de proteger a nós mesmos e ao próximo, tendo como escudo e espada aquilo que denominamos fé.
Com o amor e a misericórdia divina, seguiremos sempre na direção certa. E ainda que as dificuldades apareçam, nada do que aconteça nos fará desistir.
Que Deus os abençoe!
Pelo Espírito de José Marinho da Veiga