ENQUANTO O AMOR NOS ILUMINAR

Enquanto houver o sol, a luz da lua e a luz do amor eterno, jamais conheceremos a sombra do destino.

Somos todos trabalhadores da Seara de Luz e, quando não nos ocupamos de nossos desígnios, nos colocamos à margem da estrada e, por isso, tornamo-nos obsoletos não só para o auxílio ao próximo, mas também para o nosso próprio refazimento.

Não estamos aqui para cobrar aquilo que nós mesmos escolhemos ser e fazer, mas, sim, para lembrarmos de que o melhor ensinamento que Jesus nos confiou foi de amar o próximo como a ti mesmo e também o de trabalhar em prol dos desvalidos, dos injustiçados – seja por sua própria escolha de vida, seja pela ausência do perdão dos homens – e daqueles que foram levados a acreditar que o melhor caminho é o de não praticar o mal, mas também o de não praticar o bem.

Estamos todos na mesma página do livro do Senhor, por isso, temos de nos valer de nosso livre-arbítrio para encontrar a melhor forma de fazer o bem, de ajudar os nossos irmãos e irmãs quando de nós eles precisarem e de nos colocarmos à disposição de Deus e da espiritualidade amiga, que já se colocaram a serviço de nosso amparo e conforto.

É preciso escutar mais as vozes que emanam do coração e ter a coragem de mudar. Somos como grãos de mostarda, mas, junto aos obreiros da Ordem do Consolador, temos a certeza de que somos fortes e valentes o suficiente para não esmorecer diante do primeiro obstáculo.

Sejamos, então, trabalhadores e consoladores da Ordem do Pai Eterno, membros orgulhosos e felizes desta obra divina que é a vida, capazes de compreender a possibilidade de nos tornarmos, um dia, habitantes do mundo de regeneração, auxiliando, amparando e confortando os que ainda precisam aprender que só o amor e o perdão constroem a estrada que nos levará à Seara de Luz.

Que sejamos uma só voz e várias almas na construção deste mundo de regeneração.

Que assim seja!

Pelo Espírito de Fernando Luiz da Silva