Seja o pai, mas também o filho e a filha…
Ensine a eles que o passado importa, mas aprenda que o futuro também importa, pois é agora.
Se eles caírem, estenda as duas mãos e depois os abrace, com o abraço de uma vida inteira.
Não esconda suas verdades, mas não lhes conte as mentiras do mundo.
Aprenda a correr, porque eles precisam do tempo e de você ao lado deles. Deixe para caminhar e descansar depois.
Nunca desista de seus filhos ou filhas, mesmo que lhe pareçam estranhos, diferentes, irreverentes e até rebeldes. Eles são pedaços do amor com que nosso Pai lhe presenteou.
Seja pai, mas também aprenda a ser avô, bisavô e curta cada tempo como se fosse ontem, porque amanhã ainda será um pai.
Que ontem lhe ensine que, quando os filhos vêm, é só alegria, mesmo que na casa ao lado lhe pareça o contrário. Curta os seus momentos e sua vida, mas, principalmente, curta seus filhos, pois eles são seus, independentemente do que a sociedade, as leis ou um papel lhe digam.
Seja pai dos filhos naturais, mas não se esqueça dos filhos que a vida lhe deu, porque, ao contrário do que se pensa, o pai é uma continuidade de Deus, tanto quanto, na verdade, a mãe.
E, para finalizar: lembre-se sempre de agradecer, porque ser pai não é padecer no paraíso. É viver intensamente em comunhão com os filhos, o Pai e os espíritos de luz que nos acompanham.
Mais uma coisa: nunca tente ser o sol, mas seja a luz que ilumina os nossos caminhos.
Que assim seja!
Pelos Espíritos de Paulo César e de todos os que vieram e ainda virão