REFLEXÕES

Pensai comigo, meus irmãos, na grandiosidade da missão de cada um que teve a oportunidade de renascer e buscar a paz, a luz e a esperança.

Pensai que tudo o que nos parece grandioso, é um símbolo do amor do Pai: a imensidão do mar, as mais altas montanhas, as mais densas, vastas e belas florestas. Lugares que nos dão a sensação de pequenez diante de tamanha beleza. Obras de um Deus infinito, universal, que as fez para que pudéssemos compreender que, mesmo que não vos pareça, tendes também uma missão de igual tamanho, mas que nada é tão grande que não possa ser ultrapassado e realizado.

Os mares são navegados todos os dias. 

As montanhas têm seus picos alcançados por tantos resilientes, e as florestas, são a morada de tantos homens e mulheres que nelas e delas aprenderam a viver.

Pensai que todos temos que transpor nossas adversidades a cada momento, desde cruzar  uma avenida com trânsito intenso até o simples fato de nos levantarmos de nossa cama para enfrentar o dia.

Pensai que nossas enfermidades são apenas pontos de transição e que, tal qual escalar uma montanha, nem sempre o fazemos em uma só vez, mas, quando alcançamos o cume, podemos nos sentir ao lado do Pai para observar tão bela paisagem.

Pensai que devemos agradecer, não pela cura, mas pelo problema, que nos ensina o quanto nos tornamos pequenos diante de causas menores que nem deveriam nos afligir. Mas também nos ensina como somos grandes diante da adversidade, quando encontramos tempo para pedir e agradecer o auxílio da espiritualidade e para pensar que Deus é mais e que não nos dá um fardo que já não tenha sido acordado em tempos pretéritos,  na pura intenção de ultrapassar de forma digna e fiel nossas vicissitudes, a partir dos ensinamentos d’Aquele que nos criou e nos concedeu novas vidas, para que, então, pudéssemos encontrar a paz e a luz, tal qual o viajante que guarda a certeza do descanso fraterno quando de sua volta ao lar.

Pensai e agradecei por mais esta oportunidade de vos encontrardes com vossa missão e por ela lutar, para, então, encontrar novamente o porto seguro que denominamos Deus, nosso Pai Todo-Poderoso.

Que seja assim, para todo o sempre.

Pelo Espírito do Irmão Casimiro